15 Livros que Foram Proibidos e Merecem ser Lidos!


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Olá, leitores! Tudo bem? 
Há muitos que acreditam que o que é proibido é melhor. Sendo assim, livros que entram no alvo da censura seriam melhores de ler? Parece que sim. 

Considerados má influência em sua época, alguns títulos que foram retirados das livrarias ou banidos das escolas viraram leituras procuradas.


Nos EUA, a Associação Americana de Bibliotecas incentiva os jovens a lerem livros que foram protestados como forma de assegurar a liberdade de escolha.


Conheça nesse post, 15 livros que foram proibidos e são leituras indicadas: 



1 - Alice no País das Maravilhas

Os personagens autor britânico Lewis Carroll, que chegaram às prateleiras das livrarias em 1865, estão no imaginário das crianças de todo o mundo, com a possível exceção da China.


Lá do outro lado do mundo, o livro foi banido por dar aos animais as mesmas qualidades que os homens e colocá-los no mesmo nível.

2 - Admirável Mundo Novo

Aldous Huxley lançou, em 1932, uma ficção científica passada em um hipotético futuro onde as pessoas têm seus destinos definidos biologicamente, não há o conceito de família e o sexo é algo amplamente encorajado.

Clássico ou não, este tipo de sinopse não agrada alguns pais dos EUA, que fizeram o livro ser banido de bibliotecas municipais por “dar a impressão de que o sexo promíscuo é legal.”



3 - Caçadas de Pedrinho 

As aventuras da turma do Sítio do Pica-pau Amarelo sempre foram usadas na escola para despertar o interesse dos alunos pela leitura, pelo folclore e pela história do Brasil.


Recentemente, porém, o Conselho Nacional de Educação tentou boicotar o livro “Caçadas de Pedrinho”, lançado em 1933, por ter passagens racistas. Apesar disso, alguns professores não desistiram de censurar esta e outras obras de Monteiro Lobato.



4 - A Revolução dos Bichos

O escritor britânico George Orwell mostrou a sua decepção com a antiga União Soviética de forma cômica neste livro lançado em 1945.

Na década de 60, a obra do autor foi banida das bibliotecas e voltou a ser protestada em 1980, sob a acusação de ser pró-comunista.


E a perseguição prossegue: em 2002, o livro foi retirado das escolas dos Emirados Árabes sob a acusação de conter elementos que vão contra os valores islâmicos e árabes.



5 - O Diário de Anne Frank 

Esse diário, é uma das maneiras mais sensíveis e autênticas de retratar o sofrimento dos judeus perseguidos pelo Holocausto.


Mesmo assim, teve gente que conseguiu implicar com O Diário de Anne Frank, lançado pelo pai de Anne, Otto, em 1947.


O título está entre os livros protestados nos EUA por tratar de temas como sexualidade e homossexualidade.


(Leia também: Resenha - O Diário de Anne Frank)


6 - 1984

George Orwell é mestre em ser mal interpretado.

 Em 1948, quando foi lançado, o romance mais famoso do autor foi retirado das livrarias nos EUA por ser considerado pró-comunismo, enquanto, na Rússia comunista, o livro foi visto como uma obra anti-regime vigente.

Enquanto isso, no resto do mundo, Orwell foi considerado um gênio ao mostrar um mundo distópico em que os cidadãos eram amplamente vigiados por seu governador.



7 - O Apanhador no Campo de Centeio

O clássico de J. D. Salinger foi lançado em 1951 e se tornou o queridinho dos adolescentes. O livro, no entanto, não agradou tanto os pais e logo se tornou alvo de protestos.

As acusações? Linguagem chula, prostituição e, supostamente, incitar a rebeldia. Algumas bibliotecas do interior dos EUA tiveram que retirar as cópias de O Apanhador de suas prateleiras.


O livro, porém, se tornou leitura obrigatória e transformou o recluso autor, que desde o sucesso do livro se escondeu do público - até sua morte, em janeiro de 2012 - em uma lenda.



8 - Fahrenheit 451 

Ray Bradbury publicou o romance, em 1953, narrando uma sociedade em que um governo totalitário mandava queimar todos os livros do mundo.


Ironicamente, esse foi mesmo o destino de alguns exemplares de Fahrenheit 451.


Desde a época do lançamento até hoje, o título figura na lista de livros banidos em algumas bibliotecas do mundo por fazer referência ao consumo de drogas e violência.



9 - Lolita 
O livro lançado por Vladimir Nabokov em 1955 foi considerado obsceno em países como a França, Inglaterra, Argentina e Nova Zelândia.

Ainda assim, ganhou duas adaptações cinematográficas. Uma delas, de 1962, foi dirigida por Stanley Kubrick. A outra, de 1997, tem o ator Jeremy Irons no papel do professor e foi dirigida por Adrian Lyne.



10 - Lorax 


Lançada em 1971, a história da criatura fofinha protetora do meio ambiente criada por Dr. Seuss não caiu no gosto de algumas pessoas, e aparentemente o motivo do desagrado seria puramente comercial.


A história infantil foi censurada em uma cidade na Califórnia por dar uma visão negativa sobre o desmatamento.

Isto não estaria de acordo com os interesses dos empresários do estado, o principal dos EUA na indústria madeireira.


11 - Harry Potter 

A série de livros Harry Potter, publicados no ritmo de um por ano a partir de 1997, foi o maior fenômeno moderno da literatura entre os adolescentes - e até entre gente mais crescidinha.

Os sete títulos de J.K. Rowling venderam milhões de exemplares ao redor do mundo. Mas não é unanimidade a afeição pelo mundo mágico de Rowling. 

Nos Emirados Árabes Unidos, a coleção foi censurada por, supostamente, incentivar a bruxaria.

No ocidente, a história dos alunos de Hogwarts foi alvo de protestos de líderes religiosos do Brasil e, nos EUA, entrou na lista das obras que receberam vetos.

Algumas escolas mais conservadoras dos Estados Unidos baniram a leitura dos livros em seus domínios. Mas o sucesso seguiu o seu curso e os sete livros resultaram em oito filmes campeões de bilheteria e arrecadação.


12 - As Vantagens de Ser Invisível 


Lançada em 1999, a obra do autor americano Stephen Chbosky, de 42 anos, ficou cinco anos consecutivos na lista de livros que foram banidos ou protestados em bibliotecas americanas. O pecado de "As Vantagens" é tratar abertamente de sexualidade e drogas.

Ainda assim, o título se tornou um best-seller, marcou a geração do fim dos anos 1990 e ganhou, em 2012 um filme com Emma Watson, de Harry Potter, em seu elenco.

(Leia também: Resenha - As Vantagens de Ser Invisível)



13 - Gossip Girl: Vai Sonhando 

Cecily Von Ziegesar fez sucesso ao contar em volumes lançados a partir de 2002 a rotina dos adolescente ricos e glamurosos de Nova York.


O nono volume da coleção "Gossip Girl" não foi considerado, no entanto, uma obra voltada para o público jovem. Alguns pais pediram para o título ser banido das bibliotecas por fazer referências a elementos como drogas e álcool, que, segundo eles, são coisas de adulto.
 


14 - Crepúsculo

A romântica - e sangrenta - história de amor entre a mortal Bella e o vampiro Edward não escapou do julgamento de pais americanos mais tradicionais.


A série de livros de Stephanie Meyer, lançada a partir de 2005 causam desconforto por, supostamente, ter apelo sexual forte e por tratar de assuntos sobrenaturais.



15 - Jogos Vorazes 

Os best-sellers de Suzanne Collins, lançados a partir de 2008, estão entre os desafetos de pais mais tradicionais dos EUA.


A trilogia foi alvo de muitos protestos por conter elementos como violência, insensibilidade e linguagem ofensiva.


Apesar disso, o amor por essa história continua firme e forte. Prova disso é que já foram vendidos mais de 80 milhões de exemplares dos livros e os filmes arrecadaram mais de  US$1,5 bilhão. 

Então, esses são quinze livros que foram proibidos e merecem ser lidos! Conhece algum que não está na lista? Já leu algum desses? Quer ler algum? 

Me conte nos comentários! ;)

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